De acordo com a revista Veja do dia 25 de
fevereiro de 2015, o governador de São Paulo, Geraldo Alcjmin (PSDB) disse,
nessa última sexta-feira, que a Região Metropolitana de São Paulo, a mais
afetada pela estiagem, “não depende” mais das chuvas e que, se as obras foram
entregues no prazo, não haverá necessidade de rodízio. O político citou as
obras de interligação do Atibainha, do Sistema Cantaneira, com a represa de
Jaguari, da Bacia do Paraíba do Sul, a ampliação da captação do Sistema São
Lourenço; e a transferência de água do Rio Grande e do Rio Guaió para o Sistema
Alto Tietê. Quanto ao uso da represa Billings,
que é poluída, Alckmin disse que ela já fornece água, desde os anos de 1960,
para o Rio Grande e, desde 1990, para a represa Guarapiranga. Segundo Alckmin,
a água pode ser tratada. O governo afirmou que contatou a Agência Nacional de
Água (ANA) para reduzir a destinação de água da Billings para usinas elétricas,
objetivando usá-la em mananciais. Creio que soluções técnicas são importantes
para o aperfeiçoamento da gestão hídrica, mas, isso não é o suficiente. A
administração pública deve ser pautada pela busca da máxima eficiência em
democratizar os direitos sociais para o povo e essa questão é essencialmente
política antes de ser técnica.
O sistema econômico deve enfatizar mais a geração de
riquezas para as pessoas ao invés de servir ao capital fetiche, tornar a busca
pelo lucro a curto prazo e a especulação financeira como metas últimas.
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